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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

BREVES (63)

CAPRIOLI RELEMBRADO PELO CPBD
É já amanhã, sábado, dia 20, que inaugura pelas 16:00 horas, na sede do Clube Português de Banda Desenhada a exposição "Franco Caprioli - no Centenário do Desenhador-Poeta", uma produção da Câmara Municipal de Moura e do Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu.
Produzida em 2012 (ano do Centenário do Nascimento de Franco Caprioli), esta exposição - comissariada por Luiz Beira e composta por 16 quadros de grande formato - convida-nos a fazer uma viagem pela obra (magnífica!) de Caprioli publicada em Portugal. 
À venda no local estará também, para os interessados, um excelente fanzine de Jorge Magalhães, com o mesmo título da exposição, editado pela Câmara Municipal de Moura em 2012 (nomeado para os Prémios Nacionais de Banda Desenhada, no Amadora BD desse mesmo ano). 


JOSÉ RUY APRESENTA ÁLBUM
No próximo dia 24 de Outubro, na Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos (Amadora), José Ruy fará a apresentação pública do álbum "Nascida das Águas e o 16 de Março de 1974" (trabalho ao qual já aqui fizemos referência, em devido tempo). A sessão decorre a partir das 18:00 horas e conta com a presença de Otelo Saraiva de Carvalho.
A 6 de Novembro, no mesmo local e à mesma hora, será a vez de apresentar "A Ilha do Corvo que Venceu os Piratas", último álbum de José Ruy que teve, como bem se recordam, uma longa série de artigos, aqui no BDBD.


AMADORA BD QUASE A ABRIR PORTAS
A pouco mais de uma semana da abertura de portas do 29.º Amadora BD, chega-nos um vislumbre da imagem gráfica do certame...
O Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora está de volta, entre 26 de Outubro e 11 de Novembro. O núcleo da programação acontece, como é habitual, no Fórum Luís de Camões, onde a par das exposições haverá visitas guiadas, apresentações, lançamentos, sessões de cinema e oficinas para crianças e adultos. Este ano o destaque vai para um convidado muito especial: o Brasil.
Mais informações podem ser consultadas aqui.


PROGRAMAÇÃO DA BEDETECA DE BEJA

A Bedeteca de Beja, dinamizada pela Câmara Municipal daquela cidade, sob a entusiastica e competente direcção de Paulo Monteiro, enviou-nos a sua programação para Outubro.
A juntar ao belo acervo de álbuns/revistas BD e às exposições temporárias, outras valências como os ateliês ou o apoio a professores e alunos mantêm a Bedeteca "viva" todo o ano e convidam-nos para uma visita atenta e demorada, mesmo fora da época do Festival.

Exposições:
Banda Desenhada Portuguesa - 22 autores contemporâneos
Até 31 de dezembro - Exposição de Banda Desenhada.
Com André Oliveira, António Jorge Gonçalves, Diniz Conefrey, Fernando Relvas, Filipe Abranches, Francisco Sousa Lobo, Joana Afonso, João Sequeira, Jorge Coelho, Marco Mendes, Maria João Worm, Marta Teives, Miguel Rocha, Mosi, Nuno Duarte, Nuno Saraiva, Osvaldo Medina, Pedro Leitão, Pedro Moura, Ricardo Cabral, Sofia Neto e Sónia Oliveira.
Nota: esta exposição esteve patente no Pavilhão Internacional da Fête de la BD/Strip Feest - Festival de Banda Desenhada de Bruxelas, entre os dias 14 e 16 de setembro do ano corrente. A exposição resultou de uma parceria entre a Embaixada de Portugal, o Instituto Camões, e o Município de Beja, representado pela Bedeteca de Beja.

Nas trincheiras - Histórias da Primeira Guerra
Até 31 de dezembro - Exposição de Banda Desenhada.
Com Carlos Baptista Mendes, David B., Filipe Abranches, Gipi, Jacques Tardi, Jean-Pierre Gibrat e José Mota.

Tarzan dos Macacos
Até 12 de dezembro - Exposição de Banda Desenhada.
Com Burne Hogarth, Harold Foster, Joe Kubert e Russ Manning.

Ateliês:
Banda Desenhada - Com Paulo Monteiro. Quartas-feiras, 21:30 / 23:00.
Desenho e Pintura - Com Isa Carolina. Terças e quintas-feiras, 15:00 / 18:00.
Ilustração - Com Paulo Monteiro. Quartas-feiras, 21:30 / 23:00.
Jogos de Tabuleiro - Com Pedro Felício. Sábados, 14:00 / 20:00.
Modelismo Estático - Com Simão Matos e João Calado. Sábados, 14:30 / 17:30.

Livros do Mês na Bedeteca:
Cinco mil quilómetros por segundo (Devir), de Manuele Fior
O Espião Acácio (Turbina/Mundo Fantasma), de Fernando Relvas
Os Regressos (Polvo), de Marta Teives e Pedro Moura (argumento)

Apoio a alunos e professores:
Apoio a alunos e professores para a realização de projetos específicos na área da banda desenhada ou da ilustração.


O HUMOR DE MIRANDA
"Humor de Miranda: do mental ao metal" é o título de uma exposição de cartune que inaugura hoje, dia 19, pelas 18:30, no Museu e Igreja da Misericórdia do Porto.
O célebre Miranda do Jornal de Notícias, cartunista portuense que trabalhou no humor durante seis décadas, tem nesta exposição uma bem merecida retrospectiva da sua obra. A mostra inclui, também, visões de outros artistas sobre a obra de Miranda e pode ser visitada até 25 de Novembro.


RAFAEL SALES EXPÕE EM VISEU





Inaugura no próximo dia 3 de Novembro, na Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva, em Viseu, a exposição "Aventuras de um Super Beirão na BD", do jovem Rafael Sales, autor que tem três álbuns publicados até ao momento: "Detective Raton" e "Beirão" (pela Escorpião Azul) e "Real" (uma edição da Junta de Freguesia de Real - Penalva do Castelo).
Produzida pela Câmara Municipal de Viseu e pelo Gicav - Grupo de Intervenção e Cristividade Artística de Viseu, a exposição encerra a 30 de Novembro. 



ANIVERSÁRIOS  EM  NOVEMBRO

Dia 04 - Pedro Brito
Dia 08 - Paulo Monteiro
Dia 10 - Neil Gaiman (inglês)
Dia 14 - João Amaral
Dia 16 - Clarke (belga) e Maikel (espanhol)
Dia 18 - Rui Brito, Ricardo Neto e Alan Moore (inglês)
Dia 21 - Vassalo de Miranda
Dia 22 - Ciryl Pedrosa (francês) e Vítor Teodósio
Dia 24 - Carlos Laranjeira e Horacio Altuna (argentino)
Dia 25 - Jorge Deodato, Luiz Beira e José Vítor Silva
Dia 26 - Juan Giménez (argentino)
Dia 27 - Humberto Ramos (mexicano)
Dia 30 - Marcello de Moraes
LB

sábado, 10 de março de 2018

BD E HISTÓRIA DE PORTUGAL (15) - PORTUGAL E CEILÃO

Nos orgulhosos feitos dos portugueses (de ontem, pois tudo isso se vai esfumando em estranhas brumas da memória), aconteceram peculiares situações após a nossa “descoberta” da ilha de Ceilão.
Camões, seguindo a linha poético-romântica, citou este país-ilha como Taprobana, na base de lendárias e mitológicas histórias de um certo antigamente...
Hoje, tal território é uma república um tanto abaixo do subcontinente indiano e chama-se agora Sri Lanca, cujo embaixador para Portugal tem residência em Paris...
Porquê, hoje e aqui, o registo da nobre relação entre o Ceilão e o nosso Portugal? Pontos de honra!
Muitos cingaleses (os naturais dessa nação) ainda têm orgulho nos apelidos portugueses que aí se registaram. Segundo o douto historiador Damião Peres, naqueles tempos, já pelos 1500, o jovem e valoroso D. Lourenço de Almeida (que veio a ter morte heróica na defesa de Diu), foi dos primeiros portugueses a fazer contactos concretos nesse território.
Curioso: Portugal não conquistou esse país-ilha. Assinou apenas um pacto de feitoria e comércio, e os cingaleses cedo passaram a estimar a nossa gente. O pior, foram os ambiciosos e vorazes holandeses, e depois os ingleses, que tudo fizeram para nos arrebatar tal território, tão doces e amigos eles eram de nós!...
Exemplos sobre Portugal-Ceilão na nossa Literatura temos duas belas prosas: “A Rendição de Columbo”, por Henrique Lopes de Mendonça, e “Alma Lusitana”, por António de Campos Júnior, num episódio solto no final do quarto volume da sua obra “Luiz de Camões”.
Há a registar  agora os dois únicos (até ao momento) exemplos desta relação Portugal-Ceilão, na Banda Desenhada:

1 - OS SETENTA DE CEILÃO, por Carlos Baptista Mendes, em apenas duas pranchas. Mas aqui, a guerra era com os árabes que queriam de lá expulsar os portugueses e explorar os cingaleses, pois julgavam-se donos dessas áreas...
Saiu-lhes o tiro pela culatra!

"Os setenta de Ceilão", por Baptista Mendes (texto e desenhos),
in "Mundo de Aventuras" (2.ª fase) #244 (1978)

2 - OS PESCADORES DE PÉROLAS, por Franco Caprioli e Roudolph, narrativa publicada na saudosa revista “Cavaleiro Andante”, do n.º 1 ao n.º 18. Uma bela e emotiva narrativa, onde, fraternalmente, portugueses e cingaleses enfrentam os poderosos e ambiciosos holandeses. Que história!...
"Os Pescadores de Pérolas" por Roudolph (texto) e Caprioli (desenhos),
in "Cavaleiro Andante" #1 a #18 (1952)

O nosso louvor para estes autores, o nosso Baptista Mendes e os italianos Roudolph (Raul Traverso) e Franco Caprioli.
Só não se entende porque bizarros caprichos da Diplomacia, o Ceilão (ou Sri Lanca) não tem embaixador residente em Lisboa e Portugal não tem embaixada na capital cingalesa!... Mais escandaloso, é sabermos daquele povo, na Malásia, que está totalmente abandonado por Lisboa (ou seja, por nós, portugueses), que tem apelidos portugueses, que usa em pleno a religião católica, a culinária portuguesa (conforme se vai recordando), palavras soltas do nosso idioma, usa nas festas o nosso belo, colorido e musical folclore, que sonha sempre pelo nosso distante país...
Mas isso é outra História!
LB

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

UMA OBRA... VÁRIOS ESTILOS (9) - MOBY DICK

O norte-americano Herman Melville nasceu a 1 de Agosto de 1819 em Nova Iorque, onde faleceu a 28 de Setembro de 1891.
Dos onze romances que escreveu, “Moby Dick”, que inicialmente teve apenas o título “A Baleia”, é o mais popular e famoso de todos.
Ironia das ironias, Melville que foi muito aplaudido pelos seus dois primeiros romances, “Typee” (1846) e “Omoo” (1847), com “Moby Dick”, conheceu um tremendo fracasso que originou o seu declínio na carreira de escritor. Morreu quase ignorado!...
Mas há uma bizarra reviravolta no século XX: “Moby Dick" ganha sucessivas projecções no entusiasmo de um público bem diverso.
A obra é adaptada à Rádio, ao Teatro, à Música, ao Cinema, ao Cinema de Animação, à Televisão e, claro, à Banda Desenhada. No Cinema, o filme mais famoso foi realizado em 1956 por John Huston, com guião de Ray Bradbury e com Gregory Peck como “comandante Ahab”.
Pela 9.ª Arte logo se demarca a notável versão pelo nosso Fernando Bento, publicada em 1960, no “Cavaleiro Andante”, do #425 ao #444, que em 2010 conheceu a reedição integral num dos “Cadernos Moura BD”, sob edição da Câmara Municipal de Moura.
À esquerda, a capa do "Cavaleiro Andante" #425 (1960), que serviu de base para
a capa do número especial dos "Cadernos Moura BD", à direita (Ed. C.M. Moura, 2010)
 
Duas pranchas de "Moby Dick", por Fernando Bento.

Claro que há infindáveis adaptações de “Moby Dick”, pelo que aqui se salientam apenas algumas das mais notáveis:

ITÁLIA: Franco Caprioli - que, como sabemos, sempre teve uma admiração intensa pelo mar e pelas aventuras marítimas - trabalhou em três(!) versões diferentes desta obra. Uma delas foi originalmente publicada, em 1966, no semanário inglês "Ranger" (#22 a #27), sendo mais tarde publicada entre nós no "Jornal do Cuto".
"Moby Dick", por Franco Caprioli, in "Jornal do Cuto" #100 (1973)

A seguir, imagens duma outra versão (menos abreviada que a anterior), que Caprioli desenhou usando balões e uma composição mais dinâmica, mas que só seria publicada após a morte inesperada do grande desenhador transalpino, em 1974.

Por fim, deixamos duas ilustrações (retiradas, com a devida vénia, do excelente blogue www.francocapriolidesenhadordosmaresdesonho.wordpress.com, de Jorge Magalhães e Catherine Labey) da primeira versão que Caprioli realizou desta obra, para um livro publicado em 1951 pela editora Mondadori. Apesar de se tratar de ilustrações - e não BD - achámos que faria todo o sentido a sua inclusão neste post de modo a oferecer aos nossos leitores as três versões realizadas por Caprioli.
"Moby Dick" ilustrado por Caprioli, Ed. Mondadori (1951)

Outros autores italianos que desenharam "Moby Dick" foram Dino Battaglia...
"Moby Dick", por Dino Battaglia, Edição Le Mani-Microart'S


... e Mateo Lolli, este numa adaptação (bastante) livre, com super-heróis à mistura.
Prancha de "Deadpool vs Moby Dick", por Mateo Lolli

SUÍÇA: Patrick Mallet (desenhos) e Laurence Croix (cores) adaptaram esta obra numa série intitulada "Achab", em quatro tomos publicados entre 2007 e 2011.
"Achab", por Patrick Mallet - Ed. Treize Etrange


FRANÇA: Paul Gillon e Jean Ollivier...
"Moby Dick", por Gillon (desenho) e Ollivier (texto), edição "Achette" (1983)

Christophe Chabouté, numa versão também em dois tomos...
"Moby Dick", por Chabouté - Ed. "Vents d'Ouest" (2014)

Olivier Jouvray e Pierre Alary...
"Moby Dick", por Olivier Jouvray e Pierre Alary - Ed. "Soleil Productions" (2014) 

Michel Durand...
"Ambre Gris", por Michel Durand - edição "Glénat"

...e Al Voss (nascido no Brasil e falecido em Portugal).
"Moby Dick", numa versão fantasiosa e livre por Al (ou Alain) Voss


BÉLGICA: Denis Deprez e Jean Rouaud
"Moby Dick", por Denis Deprez e Jean Rouaud, edição "Casterman" (2007)


FILIPINAS: Alex Nino.
"Moby Dick", por Alex Nino, in colecção "Marvel Classic Comics", edição Marvel


SÉRVIA: Zeljko Pahek (em dois tomos)
"Moby Dick", por Zeljko Pahek - edição "Delcourt"

BULGÁRIA: Penko Gelev e Sophie Furse
Capa de "Moby Dick", por Penko Gelev e Sophie Furse,
Colecção "Graphic Classics", Ed. Barron's 

ESPANHA: António Carrillo (desenhos) e Cassarel (texto)...
"Moby Dick", por Antonio Carrillo e Cassarel, in colecção "Joyas Literarias Juveniles" #107,
"Editorial Bruguera" (1974). Capa de Antonio Bernal.

...Sergio (do qual, até ao momento, não temos qualquer informação adicional)...
"Moby Dick, la Ballena Blanca", por Sergio

...Manuel Carregal e Roc...
Capa de "Moby Dick", in "Coleccion Galaor de Literatura y Acción",
por Manuel Carregal e Roc, Edição Galaor (1965)

...e a dupla Carlos Soria/Chiqui de la Fuente, que publicaram em "Maravillas de la Literatura" #5, sob Ediciones Larousse (1982), uma versão humorística, editada no nosso país pela Livraria Editora Civilização.
"Moby Dick", por Chiqui de la Fuente (desenhos) e Carlos Soria (texto),
"Livraria Editora Civilização" (1982)


ARGENTINA: Gillermo Saccomanno e Leopoldo Durañona...
"Moby Dick" por Gillermo Saccomanno (texto) e Leopoldo Durañona (desenhos) 

...Fontanarrosa...
"La Ballena Blanca", por Fontanarrosa

...Ignacio Segesso (desenhos) e David Rodriguez (adaptação).
 
"Moby Dick" por Segesso e Rodriguez, in Colecção "Novela Grafica" ("Ed. Latinbooks")

URUGUAI: Enrique Breccia...
"Moby Dick", adaptação de Enrique Breccia

...ESTADOS UNIDOS: Louis Zansky (de origem russo-judaica)...
"Moby Dick" por Louis Zansky, in "Classic Comics" #5

...Bill Baker...
"Moby Dick", por Bill Baker

Norman Nodel...
"Moby Dick", por Norman Nodel, in revista "Classics Ilustrated" #5 (1956)

Bill Sienkiewicz...
"Moby Dick", por Bill Sienkiewicz, in "Classics Illustrated"

...Will Eisner...

"Moby Dick", por Will Eisner - Ed. "NBM" (1998)

...e, sob edição Marvel, Roy Thomas (texto) e Pascal Alixe (arte).
 
"Moby Dick", por Roy Thomas e Pascal Alixe - Ed. Marvel

A parceria Walt Disney/Panini Comics também explorou este tema, numa série de aventuras, por vários desenhadores e argumentistas.
"Moby Dick", edições "Disney/Panini Comics"

ÍNDIA - Lalit Kumar (desenhos) e Lance Stahlberg (adaptção)
 
"Moby Dick", por Lalit Kumar e Lance Stahlberg, ed. "Campfire"


Por fim, uma versão publicada na revista "O Falcão" #345 (1967), de autor que não conseguimos descortinar. Houve, curiosamente, alguns anos mais tarde, uma reedição desta aventura no #1149 da mesma revista, com capa de José Garcês.
"Moby Dick", in revista "O Falcão" #1149 (1982). Capa de José Garcês
"Moby Dick", in revista "O Falcão" #1149

Estes, os principais talentos que conseguimos detectar, que adaptaram “Moby Dick” em BD. Se de mais versões dermos conta, aqui serão incluídas, como habitualmente fazemos.

Agradecemos os apoios prestados por Juan Espallardo, Manuel Barrero, José Manuel Vilela e Edgar Tendeiro.
LB