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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

O INFANTE D. HENRIQUE EM VISEU

Conforme se anunciou, no passado dia 28 foi inaugurada uma exposição-BD dedicada ao Infante D. Henrique, em Viseu.
Este príncipe da “Ínclita Geração”, não só foi o “criador” dos épicos descobrimentos de Portugal, como foi o primeiro Duque de Viseu e o primeiro gestor da famosa Feira de S. Mateus.
exposição estará patente até ao próximo domingo, 11 de Setembro. Foi inaugurada pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques. Apesar do calor, não faltou aí um outro calor, bem mais grato, o da imensa presença de público.
Após uma visita guiada pelo “cicerone” Carlos Alberto Almeida, do GICAV, noutro espaço teve lugar a sessão de homenagens a José Ruy e a Carlos Baptista Mendes, que receberam o Troféu Anim’arte, atribuído pelo GICAV.
Na mesa, presidida por Almeida Henriques, estavam dois dirigentes e fundadores do GICAV, Luís Filipe Mendes e Carlos Alberto Almeida, e os dois homenageados. Depois dos breves discursos de todos e da entrega dos Troféus, fez-se a apresentação do mini-álbum dedicado a D. Henrique (falaremos dele noutra rubrica deste blogue) e seguiu-se uma concorrida sessão de autógrafos.
Da exposição consta uma vintena de painéis com pranchas de diversos artistas nacionais e estrangeiros e, também, cerca  de outra vintena de quadros com “retratos” do Infante, propositadamente elaborados por artistas nacionais, alguns deles residentes na zona de Viseu.
Tudo muito conseguido, pelo que todas as entidades que organizaram este belo evento estão de parabéns.
Algumas presenças notáveis: os desenhistas Artur Correia, Eugénio Silva e António Lança Guerreiro, o editor e divulgador Geraldes Lino e, a representar o Clube Português de Banda Desenhada, Carlos Gonçalves.
Para o ano há mais, mas o tema ainda está no “segredo dos deuses”.

Nota: As fotos aqui publicadas são de Luiz Beira e Joana Mendes (a quem agradecemos a gentileza).
LB
Panorâmica de uma das alas da exposição.
Carlos Gonçalves e Geraldes Lino, em amena cavaqueira.
Dois visitantes atentos e interessados.
Luís Filipe (de pólo castanho), explica como uma associação com poucos recursos como é o Gicav
consegue, todos os anos, organizar exposições desta qualidade. 
Carlos Baptista Mendes, posando junto ao painel onde se faz referência
ao seu excelente álbum "Infante D. Henrique".
José Ruy deixou, por um dia, em stand-by "A Ilha do Corvo que Venceu os Piratas"
(cuja evolução aqui temos acompanhado, regularmente).
A homenagem em Viseu impunha, naturalmente, a sua presença.
A exposição decorreu no Pavilhão Multiusos da Feira de S. Mateus.
Da esquerda para a direita: Carlos Alberto Almeida (do Gicav), o presidente da Câmara de Viseu
Almeida Henriques, Luís Filipe (também do Gicav) e José Ruy.
A mesa de honra composta por (da esquerda para a direita) Carlos Alberto Almeida,
Luís Filipe Mendes, Almeida Henriques, José Ruy e Baptista Mendes.
A sessão de homenagens teve uma boa assistência.
O Presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques, entrega os Troféus Anim'arte a José Ruy...
...e a Carlos Baptista Mendes.
Artur Correia, Luís Filipe Mendes, Luiz Beira e Geraldes Lino.
Os homenageados autografando o álbum conjunto, com histórias do Infante Dom Henrique,
que o Gicav lançou nessa mesma tarde. Dele falaremos em breve no BDBD.
José Ruy e Baptista Mendes, estiveram largos minutos a autografar...
...como se pode comprovar pela fila de leitores que, pacientemente aguardavam a sua vez.
Ladeado por António Lança Guerreiro e Eugénio Silva, Carlos Almeida (responsável pelo
departamento BD do Gicav) mostrava-se satisfeito com o decorrer da sessão.
Geraldes Lino, Artur Correia e Carlos Gonçalves, três nomes incontornáveis da BD portuguesa.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

BREVES (31)

VISEU ACOLHE EXPOSIÇÃO BD SOBRE "O NAVEGADOR"
No próximo dia 28 de Agosto, domingo, pelas 16:00 horas, será inaugurada em Viseu, no Pavilhão Multiusos da Feira de S. Mateus, uma exposição cujo tema é o "Infante Dom Henrique na Banda Desenhada".
A exposição, composta por cerca de duas dezenas de quadros em grande formato, mostrará praticamente todas as versões existentes em BD sobre a vida do "Navegador".
A mostra é uma produção do Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu (Gicav) e conta com o apoio da Câmara Municipal de Viseu, da Viseu Marca e do Instituto Português do Desporto e Juventude.
Na mesma ocasião serão homenageados ao vivo, pelo Gicav, José Ruy e Carlos Baptista Mendes, sendo também lançado um mini-álbum, com a reedição de duas histórias, versando o Infante D. Henrique, uma de cada um destes autores.
Tudo bons motivos, portanto, para uma visita à histórica cidade de Viseu.


CORTO MALTESE EM LISBOA
Foto: www.nit.pt
Na zona lisboeta do Cais do Sodré, na Rua da Boavista, 118, há um sedutor bar que se chama “House of Corto Maltese”, aberto de segundas a sábados, das 21.30 às 2 horas. Seu “patrão” é Filipe Dias, um designer de 42 anos.
Aqui, mil e uma coisas são uma homenagem ao icónico herói da Banda Desenhada,” Corto Maltese”, criado pelo saudoso italiano Hugo Pratt.
Certamente os imensos fãs de “Maltese” vão ficar entusiasmados. Por nossa parte, lá iremos uma noite destas...
A notícia , bem detalhada, sobre este assunto e assinada por Mara Gonçalves, ocupa a página 25 do suplemento “Fugas” (do matutino “Público”) de 6 de Agosto.
As nossas melhores saudações ao proprietário Filipe Dias e à jornalista Mara Gonçalves. E... Viva “Corto Maltese!


JODOROWSKY HOMENAGEADO EM LOCARNO
Alejandro Jodorowsky
Decorreu de 3 a 13 de Agosto a edição de 2016 do tão prestigiado Festival Internacional do Filme de Locarno (Suíça).
A par da exibição de uma infinidade de filmes, a concurso ou não, em paralelo aconteceram as homenagens a actrizes/actores e a realizadores. Desta última categoria, para além de Roger Corman, coube também a vez ao sempre tão aplaudido como controverso, o chileno Alejandro Jodorowsky, mais famoso como argumentista de banda desenhada. No entanto, também é marcante cineasta.
Da sua filmografia, até agora, contam-se os seguintes dez filmes: La Cravate" (1957), "Teatro Sin Fin" (1965), Fando y Lis (1968), El Topo (1970), A Montanha Sagrada (1973), Tusk (1980), Santa Sangre" (1989), "The Rainbow Thief (1990), La Danza de la Realidad (2013) e Poesia Sin Fin (2016).


MAIOR BD DO MUNDO!
Foto: www.dn.pt
Uma tira de banda desenhada com 1625 metros de comprimento, idealizada por Jibé e Yan le Pon e auxiliados por mais de uma centena de estudantes das escolas Emile Cohl (Lyon) e Joso Comic (Barcelona), foi reconhecida pelo Guiness Book of Records como a maior de sempre! 
Com 1602 vinhetas e mais de 150 Kg de papel(!), a maior BD do Mundo conta a história de uma jovem que, ao visitar um museu, encontra uma caneta que lhe permite viajar pelo tempo.
Esta BD foi afixada ao longo de um túnel para peões, bicicletas e autocarros, em Lyon, e serviu de promoção à 11.ª edição do Festival BD daquela cidade que ocorreu em Junho último.

domingo, 5 de outubro de 2014

BD E HISTÓRIA DE PORTUGAL (7) - O INFANTE D. HENRIQUE

O Infante D. Henrique visto por Carlos Alberto Santos
(capa do n.º 4 da Colecção Mini Histórias da Nossa História)
O genial poeta Luiz Vaz de Camões, no Canto IV - Estância 50 de "Os Lusíadas", designou seis dos dez filhos de D. João I, como a "Ínclita Geração". 
Na verdade, o ex-Mestre de Aviz, foi pai de dois filhos bastardos (Afonso,que foi o primeiro Duque de Bragança, e Beatriz) e do casamento com D.Filipa de Lencastre, de oito. Destes, os dois primeiros (Branca e Afonso) morreram crianças. Seguiu-se, pois, a bem notável Ínclita Geração: Duarte, Pedro, Henrique, Isabel, João e Fernando.
Vamos pois agora, à personalidade e ao gesto histórico do Infante D. Henrique, cognominado de "Henrique, o Navegador" (embora quase nada tenha navegado), que tinha como divisa Talant de Bien Faire (Vontade de Bem Fazer), que é também a divisa da nossa Escola Naval, que tem como patrono, precisamente, o Infante D. Henrique.
D. Henrique nasceu no Porto a 4 de Março de 1394 e faleceu em Sagres a 13 de Novembro de 1460. Em 1414, convenceu o pai a conquistar Ceuta, na costa norte marroquina. Na esquadra portuguesa de 200 naus, iam, para além de D. João I e de seus filhos Duarte, Pedro e Henrique, também D. Nuno Álvares Pereira (disposto ainda a combater se fosse preciso...). Ceuta foi tomada a 21 de Agosto de 1415. No final da vitória, D. João I armou cavaleiros esses seus três filhos e, em simultâneo, D. Henrique recebeu os títulos de Senhor da Covilhã e Duque de Viseu.
Foi este o ponto de partida para o glorioso e invejável gesto de Portugal ante o mundo inteiro: a epopeia imensa e heróica das Descobertas, com tudo o que de maravilhoso (e também algumas más consequências) tal valoroso empreendimento vinculou Portugal ao mundo... e para sempre.
D. Henrique, algumas vezes em Lisboa, alguns tempos em Tomar, mas quase sempre na zona Lagos-Sagres, deu todas as suas bem determinadas energias para a fabulosa "expansão". Rodeou-se de notáveis sábios (mesmo estrangeiros) e de corajosos e atrevidos navegantes. A 25 de Maio de 1420, é nomeado Grão-Mestre da Ordem de Cristo (que mais não era que a continuação portuguesa da ilustre Ordem dos Templários... mas isto, é outra História). Este cargo e estes recursos foram decisivos para a sua brilhante aposta ante o que o destino programava para Portugal, embora a tão falada "Escola de Sagres" talvez, na realidade, nunca tenha existido... É nestas espantosas aventuras marítimas que se "inventa" uma preciosa e revolucionária nau, a "caravela".
Em 1437, os portugueses tentam conquistar Tânger. Mas tal falhou e, em terras marroquinas, ficou prisioneiro D. Fernando, o irmão mais novo de D. Henrique. Só seria liberto se Portugal devolvesse Ceuta a Marrocos... D.Henrique, amargurado, recusa. Consta que o próprio D. Fernando (dito, o "Infante Santo") o incentivou a tal recusa...
Quando D. Henrique faleceu, Portugal já povoava os arquipélagos da Madeira, Açores e Cabo Verde, que foram achados desabitados, e havíamos chegado até à costa da actual República da Serra Leoa.
É estranho que até hoje, não se tenha feito um único filme sobre o Infante D. Henrique!!!... Porém, pela Banda Desenhada (e Artes afins ou coladas, como a Pintura), tal está bem registado:

JOSÉ RUY - de 1960, tem uma auto-edição de dezasseis pranchas, "Infante Don Henrique", reeditada em "O Templário" (de 6 de Abril a 13 de Julho de 1979)...

Capa e duas pranchas de "Infante Don Henrique", por José Ruy (edição de autor, 1960)

...e, no álbum "A Casa e o Infante", foca o nascimento desta importante figura da nossa História.
Capa e prancha de "A Casa e o Infante", de José Ruy, (Edições Asa, 1986)

BAPTISTA MENDES - relata D. Henrique, em quatro pranchas sob o título "O Primeiro Inventor dos Descobrimentos", publicado  no "Cavaleiro Andante"...
"O Primeiro Inventor dos Descobrimentos", por Baptista Mendes
(in "Cavaleiro Andante" #430)

...nos anos 80, a figura do Infante D. Henrique foi incluída (como não poderia deixar de ser) numa compilação de histórias sobre os descobrimentos portugueses na colecção "Antologia da BD Portuguesa" (Edições Futura)...
Reedição de "O Primeiro Inventor dos Descobrimentos", por Baptista Mendes,
no n.º 4 da colecção "Antologia da BD Portuguesa" (Editorial Futura, 1983) 

...e por fim publica, com texto de MARGARIDA BRANDÃO, o álbum "Infante D. Henrique", inserido na colecção Navegadores Portugueses das Edições Asa.
Capa e prancha de "O Infante D. Henrique",
por Margarida Brandão e Baptista Mendes (Edições Asa, 1989)

FRED  FUNCKEN - o casal belga Liliane e Fred Funcken criou, em quatro pranchas, "Henrique, o Navegador", narrativa publicada em português  no "Mundo de Aventuras" n.º 504.
"Henrique, o Navegador", por Liliane e Fred Funcken
(in Mundo de Aventuras #504)

RAMÓN  LLAMPAYAS - nascido em Espanha, cedo emigrou para o Brasil, sendo mesmo considerado como um desenhista brasileiro (talvez por hipotética naturalização). Tem um álbum, neste país, editado em 1960 pela EBAL, sob o título "Dom Henrique, o Navegador - História de um Príncipe de Portugal".
Duas pranchas de "Dom Henrique, o Navegador - História de um Príncipe de Portugal",
por Ramón Llampayas (edição EBAL, 1960)

PEDRO CASTRO - retrata a figura do Infante D. Henrique em dois números da colecção de fascículos "Herói"...
"A Ínclita Geração", por Pedro Castro (in Colecção "Herói", #5)
"D. Henrique", por Pedro Castro (in Colecção "Herói", #6)

FERNANDO BENTO - não nos consta nenhuma BD usando D. Henrique por este nosso admirável artista. Mas, em compensação, registamos uma sua pintura-ilustração que figura em "A Minha Primeira História de Portugal" (Ed. Verbo), sob texto de ANTÓNIO MANUEL COUTO VIANA.
"A Minha Primeira História de Portugal", por A. M. Couto Viana e Fernando Bento
(Edições Verbo, 1984)

CARLOS ALBERTO SANTOS - quase sempre assinando sem o apelido, publicou em cinco pranchas no V volume (n.º 1 ao 5) da "Colecção Audácia", a breve BD "O Infante Santo", onde D. Henrique figura na primeira prancha. 
Prancha de "O Infante Santo" (in Colecção "Audácia")

Claro que o "Navegador" existe também na preciosa colecção/caderneta de cromos "História de Portugal".
Contra-capa e página da caderneta de cromos "História de Portugal",
com ilustrações de Carlos Alberto

Mas, é na sua espectacular Pintura (onde chegou a assinar como M. Gustavo), que se realçam vários quadros a óleo versando o Infante D. Henrique...

...e, também, no n.º 4 da Colecção "Mini Histórias da Nossa História", com texto de MÁRIO COSTA.

Páginas do n.º 4 da colecção "Mini Histórias da Nossa História",
por Carlos Alberto e Mário Costa (Edições Fada do Lar, Ld.ª, 1976)


JOSÉ GARCÊS - abordou D. Henrique por três vezes.
Com texto de HELENA SABÓIA realizou "O Príncipe e o Mar" (prancha única no n.º 18 de "Camarada", 2.ª série, em 1959)...
"O Príncipe e o Mar", de Helena Sabóia (texto) e José Garcês (desenho),
in "Camarada" #18 (2.ª série), 1959

..."Dom Henrique, o Navegador" (em 18 pranchas, no "Camarada", em 1960, com argumento de ANTÓNIO MANUEL COUTO VIANA)...

"Dom Henrique, o Navegador", por A. M. Couto Viana e José Garcês (in Camarada, 1960)

...e no tomo "A Grande Aventura" (o segundo dos quatro de "A História de Portugal em BD") com argumento de A. DO CARMO REIS.
Pranchas de "A Grande Aventura", 2.º tomo da História de Portugal em Banda Desenhada,
por A. do Carmo Reis e José Garcês (Edições Asa)

ARTUR CORREIA - no seu delicioso traço humorístico, coloca D. Henrique em "A História Alegre de Portugal", com argumento de MANUEL PINHEIRO CHAGAS...

Capa e pranchas de "História Alegre de Portugal", com texto de Manuel Pinheiro Chagas
e desenhos de Artur Correia (Bertrand Editora)

...e em "Os Descobrimentos a Passo de Cágado", com texto de ANTÓNIO GOMES DE ALMEIDA. 

Capa e pranchas de "Os Descobrimentos a Passo de Cágado",
por António Gomes de Almeida e Artur Correia (Bertrand Editora)

EUGÉNIO SILVA E PEDRO CARVALHO - na obra "Lições de História Pátria", dedicam ao "Navegador" dois capítulos: "D. Filipa de Lencastre"...

...e "Infante D. Henrique".
Páginas do Livro de História da 4.ª Classe (Porto Editora, 1972)

SERGIO TOPPI - o genial artista italiano, no seu traço peculiar desenhou "Algarve 1460", em quinze pranchas, publicadas no n.º 8 da revista "Selecções BD".
Pranchas de "Algarve 1460", por Sergio Toppi
(revista "Selecções BD", #8)

JOSÉ PIRES - inclui o Infante D. Henrique no álbum publicado em 1998, "As Portas do Mito - Gil Eanes e o Bojador", edição patrocinada pelo Ministério da Cultura.
Pranchas de "As Portas do Mito - Gil Eanes e o Bojador",
por José Pires (edição Ministério da Cultura, 1998)

FERRAND - um jovem autor que trabalhou, também, esta temática tendo publicado o "Infante Don Henrique"
"Infante Don Henrique", por Ferrand (Ed. JRS - Publicidade)

E por fim, VÍTOR PÉON, em "Gesta Heróica", não esqueceu, obviamente, este ínclito príncipe de Portugal...
Pranchas de "Gesta Heróica - Factos e Aventuras da História de Portugal",
com desenhos de Vítor Péon (Editorial O Livro, meados dos anos 80)

... bem como numa versão, em duas pranchas, publicada na revista "Tintin" portuguesa.
Capa da revista "Tintim", ano 1, #19, de 5.10.1968...
...e a prancha dupla, com a História do Infante.

Vítor Péon desenhou, também, uma caderneta de cromos sob o tema dos Descobrimentos Portugueses, onde a figura do Infante teve natural destaque.
Capa e contra-capa da colecção de cromos "História das Descobertas", Bertrand (irmãos), Ld.ª (1968) 
Duas páginas da colecção "História das Descobertas", com ilustrações de Vítor Péon

Uma nota final para JOSÉ MANUEL SOARES, banda desenhista de renome, que ilustrou, também, uma pequena publicação sobre a "Ínclita Geração"...

"Os Quatro Cavaleiros Invenciveis", por José Manuel Soares
(Colecçõa "Manecas", edição Romano Torres)

...e para ZÉ MANEL, artista de traço refinado que desenhou este cartune.
Cartune de Zé Manel, parodiando a Gioconda

Se mais dados e "achegas" nos chegarem, eles aqui serão postados (como é bem de nosso gesto). Para já, em relação a este post, agradecemos com pleno reconhecimento, os apoios que nos foram prestados por José Garcês, José Ruy, José Pires, Artur Correia, Jorge Machado Dias, Eugénio Silva, Carlos Gonçalves, João Manuel Mimoso, Paulo Viegas e Rui Bana e Costa.
LB