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terça-feira, 14 de abril de 2026

BREVES (124)

 

HOMENAGEM MERECIDA A AUGUSTO TRIGO

A exposição de Banda Desenhada “Augusto Trigo: o rigor e o detalhe” ficará patente no átrio do Cine-Teatro Caridade, entre 15 e 26 de Abril, inserida na 45.ª edição da Feira do Livro de Moura.
Trata-se de uma co-produção entre a Câmara Municipal de Moura, o Gicav e o Clube Português de Banda Desenhada.

Augusto Trigo, nascido em Bolama (Guiné-Bissau), em 1938, é um dos mais consagrados e reconhecidos autores da nossa BD.
Em 1999, foi homenageado no 9.º salão Moura BD, onde lhe foi outorgado o Troféu "Balanito de Honra".
Em 2009, com texto de Jorge Magalhães, Augusto Trigo desenhou em seis pranchas «Histórias de Mouras» para o álbum coletivo “Salúquia: a Lenda de Moura em Banda Desenhada”, sob edição da Câmara mourense. Seria a derradeira obra em BD da prolífica e inesquecível dupla J. Magalhães/A. Trigo.

No sábado, 18 de Abril, às 18:00 horas, no Espaço da Feira do Livro, a CMMoura, o GICAV e o CPBD homenagearão Augusto Trigo, seguindo-se a apresentação do fanzine “O menino que rabiscava paredes” e “Na pista de um sonho” (edição exclusiva da Câmara Municipal de Moura).

A exposição seguirá, depois, para Viseu onde será exposta na Feira de São Mateus, em Agosto próximo, e na sede do CPBD, em data ainda a designar. Posteriormente, a exposição fará uma digressão por escolas, bibliotecas e outras entidades que a pretendam ter patente.
CR

terça-feira, 14 de julho de 2020

NOVIDADES EDITORIAIS (198)

UNIVERSO NEGRO - ​Edição Escorpião Azul. Autores: Luís Louro (arte) e Tozé Simões (argumentos e prefácio).
Em muito boa hora esta jovem editora apostou na compilação das principais histórias curtas desta notável parceria, que estavam dispersas por várias publicações. Todas elas agora com cor, excepto a primeira: "Führer", "Estupiditia", "Fugitivos", "Alô Moon Fish", "O Pesadelo", "Voodo Dolly" e "Game Over".
Magnífica edição, apenas com dois reparos:
1 - A capa está demasiado escura, ofuscando a mesma que saiu no "Mundo de Aventuras" n.º 556, em 1985.
2 - "O Pesadelo", adaptação livre de "A Metamorfose" de Franz Kafka, teve estreia integral e a preto-e-branco, no n.º 89 (2013) da revista trimestral de Viseu, a "Anim'arte", pormenor que não está mencionado neste álbum.
De resto, tudo bem. Há que "agarrar" este álbum que bem se programa para esgotar.



ESTÓRIAS DA HISTÓRIA / 1 - Edição Ala dos Livros. Autores: textos de Jorge Magalhães, ilustrações e cor da capa por Augusto Trigo (com capa de Paula Catalão, paginação de Catherine Labey e posfácio por Maria José Pereira).
Foi uma bela e tocante surpresa ter recebido e lido (num ápice) este livro!
Por largos anos, eu (L.B.) e o Jorge, cultivámos uma fraterna amizade, tantas vezes cúmplice em ideias... Porém, não lhe conhecia esta sua vertente sobre temas históricos e/ou biográficos!... Descobri agora em "Estórias da História (volume 1), obra que me encantou plenamente.
Depois, o livro tem o magnífico "peso" das impecáveis ilustrações por Augusto Trigo, um desenhista que urge ser recuperado na plenitude da sua criatividade.
Pelo que se depreende, esta "Colecção JM" (Colecção Jorge Magalhães), não se ficará por este primeiro tomo. Ficamos todos à espera dos que se seguirão...
E sugere-se neste livro que há temas que podem resultar em BD, com o Trigo e/ou outros. Apoiamos em absoluto!
Até lá, um grande abraço à Ala dos Livros.




PANDORA / ÉTÉ 2020 - ​Edição Casterman. Autores: é uma infinidade deles, nos mais diversos estilos, que com esta edição de verão, se reúnem num verdadeiro catrapázio de duzentas e tal páginas.
De entre esses tantos: Max de Radiguès, Mattias Lehmann, François Ayroles, Hugues Micol, Morgan Navarro, Blutch, Aapo Rapi, Bastien Vivès, Jirô Taniguchi, etc.
É um vasto panorama que toca a todos os gostos, mas, confesse-se, algumas narrativas são marcadamente bocejantes.

LB

quinta-feira, 14 de maio de 2020

CAPAS (1) - AUGUSTO TRIGO


Algumas belas capas por Augusto Trigo
Augusto Trigo
Temos um amigo, todo bedéfilo e cinéfilo, que, entre outras das suas paixões, tem a "doideira" (positiva) de coleccionar capas elaboradas por notáveis da BD, em especial da nossa.
Nesta linha, aparecemos hoje com um tema que vamos aqui trazer uma vez por outra. Assim, começamos com o impecável AUGUSTO TRIGO, com quem há muito tempo andamos a "negociar" um encontro para uma mais do que merecida entrevista… Lá calhará, sem a ditadura do demoníaco Covid-19... Depende do "calhómetro"!
​Frisamos: registamos apenas algumas das sempre belas capas, esperando que este nosso artista de alto calibre, nascido em Bolama (na Guiné-Bissau), fique contente. Pois, sem mais "palavrório", vamos lá ​às ​gravuras (capas), tanto de narrativas suas como de ​séries/heróis de outros colegas seus. Aí vai.

LB


sábado, 21 de setembro de 2019

NOVIDADES EDITORIAIS (180)


LES ADIEUX DU RHINOCÉROS - ​Edição Glénat. Autores: argumento de Pierre-Roland ​Saint-Dizier, traço de Andrea Mutti e cores de Vladimir ​Popov.
​Desde a lendária, fantasiosa e fatítica cacetada que ​Caim aplicou a seu irmão Abel, que o bicho-homem não ​parou de se agredir e de tentar aniquilar o seu semelhante, ​sobretudo com o brilhantismo repugnante das bombas ​atómicas em Hiroxima e em Nagas​áqui… Um desfilar de ​uma infindável e violenta demência, com vários genocídios ​e crueldades pelo meio, através dos séculos. Um delírio!
​A incrível catástrofe agrava-se quando o dito bicho-homem, passa a destruir a Natureza: árvores e outros bichos. E são: ​lutas de galos, lutas de cães, toiradas, abates de bebés focas, ​tiro aos pombos, etc... Para quê?!…
​Há espécies já irremediavelmente extintas. E há outras, em vias disso: tigres, elefantes, rinocerontes, pangolins, gorilas, ​orangotangos, leões, etc.
​"Les Adieux du Rhinocéros" (Os Adeus do Rinoceronte) é um ​magnífico e angustiante libelo acusatório contra a abominável ​matança do rinoceronte para deles se aproveitar o corno (que ​lhes cortam com eles ainda vivos e agonizantes) que, na estupidez de alguns povos (China, ​Vietname, etc), não só cura o cancro, como acentua a virilidade ​sexual do homem!!!... Não sabem usar o viagra?!… Tanto mais ​que cientificamente, está provado e comprovado, que o corno ​do rinoceronte não tem qualquer propriedade terapêutica!
​Sinistros e poderosos comerciantes, aparentemente ocultos com ​dezenas de caçadores furtivos ao seu serviço, por aqui fazem ​imbecis fortunas, muitas vezes com a cumplicidade corrupta e ​hipócrita de alguns políticos africanos. Neste belo álbum, tão ​revoltantemente chocante como amarguradamente emotivo, ​toda a denúncia feita a uma imperdoável situação em pleno ​século XXI!...
​Hergé, em "Tintin no Congo", já disparatara (ele era ainda um ​tanto ingénuo) pondo Tintin a fazer de herói de caça selvagem.
​Então o abate, por explosão, de um rinoceronte, é um horror!...
Atentem bem, leitores, em "Les Adieux du Rhinocéros", uma obra-BD a exigir uma urgente edição em português. Na edição francesa, apenso na capa, um autocolante convidando ao apoio ao Fundo de Conservação da Associação Francesa dos Parques Zoológicos.
O inacreditável abate de rinocerontes (e não só), não é para matar a fome, mas para, repulsivamente, alimentar demências e vazias vaidades, impensáveis e criminosas. BASTA!...


VIDA Y MUERTE DE FEDERICO GARCÍA LORCA - ​Edição Universal Cómics. Autores: argumento do irlandês Ian Gibson e arte gráfica do espanhol Quique Palomo.
Neste espaço, a 31 de Julho, divulgámos a edição em português de "O Rasto de Garcia Lorca", da editora Levoir e com outros autores. Hoje, aqui focamos novamente Federico Garcia Lorca, que merece sempre, mas agora numa criação mais apurada da biografia do genial escritor (e não só…), martirizado e assassinado durante a Guerra Civil de Espanha nos anos 30 do século passado.
Na BD, uma e outra versão, complementam-se devidamente. Mas esta obra de Gibson /Palomo, que existe apenas e por enquanto no idioma castelhano, é a mais completa e a mais ousada.
Há que ler e comparar sem ideias confusas, as duas publicações e manter a eterna e emotiva admiração pela personalidade marcante e invejável por quem gritou, rasgando-se em dor sentida, em versos como:

Verde que te quero verde.
Verde vento.Verdes ramos;
O navio sobre o mar, o cavalo na montanha...

ou

Prado de sangue vermelho.
Luz de ontem, luz de amanhã.
Céu mortal de relva.
Luz e noite de areia...



QI 157 - Edição: Edgard Magalhães
Recebemos mais um número do "QI", o (muito) interessante fanzine do incansável e dedicado Edgard Magalhães.
Como se não bastasse o bem servido "recheio", com as rubricas habituais, este número trás, sob a forma de encarte, uma bela e justa homenagem de Edgard Guimarães a dois nomes incontornáveis da BD portuguesa: Jorge Magalhães, argumentista, investigador e coordenador editorial (entre tantas outras coisas), que, infelizmente, nos deixou a 1 de Dezembro último, e Augusto Trigo, desenhador de méritos bem conhecidos e parceiro de Magalhães em algumas das melhores páginas desta forma de arte.
Nesse encarte, Edgard teve a gentileza de transcrever partes dos textos que os escribas deste blogue dedicaram a Jorge, aquando do seu falecimento, o que muito nos honra e sensibiliza. 
Mais um número a não perder, como sempre.
LB/CR

quinta-feira, 4 de julho de 2019

OS ÁLBUNS "ENCALHADOS" (2)... E NÃO SÓ!

​A 12 de Janeiro de 2018, aqui editamos o post OS ÁLBUNS "ENCALHADOS", que agitou um pouco ​certas águas estranhamente adormecidas e plácidas…
​Mas foi dando alguns resultados positivos:
​Ainda em Abril desse ano, a Câmara Municipal de Moura (com a coordenação de Carlos Rico) editou ​o "Cadernos Moura BD" n.º 10, com duas histórias ​inéditas do nosso saudoso ARTUR CORREIA: "Donzela ​que Vai à Guerra" e "A Nau Catrineta".

"Cadernos Moura BD" #10, por Artur Correia - Edição C.M. Moura (2018)

​A tão ansiada obra "Zé do Telhado", por EUGÉNIO SILVA, registou-se bem no interesse de uma editora de Viseu, mas parece que a editora encalhou por sua vez… É um pecado de lesa-BD nacional, este álbum não estar ainda editado!

 Capa e prancha de "Zé do Telhado - de Lanceiro a Salteador"por Eugénio Silva (trabalho ainda inédito)

Entretanto, aproveitando este nosso alerta, JOSÉ RUY começou a colaborar com o BDBD, noticiando o que tem ​iniciado e/ou projectado, porém sem nenhum álbum
​completamente realizado.
Nesta linha, AUGUSTO TRIGO ​tem a ideia da adaptação de alguns contos guineenses, donde o em tempos anunciado "Turu Ban"; e EUGÉNIO ​SILVA vai realizando paulatinamente, a adaptação do ​conto "A Perfeição" de Eça de Queiroz…
Prancha de "A Perfeição", adaptação de Eugénio Silva (trabalho ainda inédito)

​Já neste ano corrente, JOSÉ PIRES editou na sua colecção de fascículos ou mini-álbuns "Fandaventuras", ​a então noticiada "A Morte do Lidador"...
"A Morte do Lidador", adaptação de José Pires, in "Fandaventuras" (2019)

...e, mais adiante, ​o seu álbum inédito "A Portuguesa, História de um Hino", ​será lançado a 25 de Agosto, em Viseu, numa edição da ​Câmara Municipal de Viseu/GICAV.
"A Portuguesa - História de um Hino", por José Pires - Ed. Gicav / CM Viseu (Agosto de 2019)


No 25.º Festival Internacional BD de Beja, a 1 de Junho, foi com todo o entusiasmo e justiça, lançada a terceira ​grande aventura de Pitanga, herói criado por ARLINDO FAGUNDES, "O Colega de Sevilha" (álbum que já aqui foi referenciado em "Novidades Editoriais"), sob edição Arcádia (do grupo editorial Babel).
Capa de "O Colega de Sevilha - Uma Aventura de Pitanga", por Arlindo Fagundes,
com cores de José Pedro Costa - Ed. Arcádia (2019)

BAPTISTA MENDES mantém na gaveta, por "traição" da prevista editora (a Âncora) "A História de Guimarães"...
Projecto de capa para o álbum "Guimarães", por Carlos Baptista Mendes (trabalho ainda inédito)
...e ​"A Vida de Luiz Vaz de Camões". Como é possível?!...
Projecto de capa para o álbum "A Vida de Luiz Vaz de Camões", por Carlos Baptista Mendes
(trabalho ainda inédito)
​​Aos solavancos, tudo indica que os "encalhados" não enferrujaram a 100%...
​No entanto, consta que a Polvo está interessada em reeditar (haja Deus!) o esgotadíssimo "Matias Sándor" por EUGÉNIO SILVA. Deste nosso estimado e meticuloso desenhista, também ​é urgente a reedição do álbum esgotado e tão procurado, "Inês ​de Castro", em vez da editora provável, a Arcádia, ter apostado ​na reedição de "Eusébio", acto que nos pareceu perdulário e ​oportunista devido à morte do dito Eusébio… 
Edições já esgotadas de "Matias Sándor" e "Inês de Castro", por Eugénio Silva
Também PEDRO ​MASSANO deveria ter reedições dos seus belos álbuns há ​muito esgotados!
​Quanto a obras bem gloriosas e preciosas, não "encalhadas" mas ​perdidas por espalhadas em revistas, temos por exemplo: "As ​Minas de Salomão", "O Pagem do Rei" e a série "Sherlock Holmes" ​por FERNANDO BENTO; e a breve série "O Ponto" e "Alice no ​País das Maravilhas" por FERNANDES SILVA.
E muito mais fica ​aqui por se citar… Talvez eu torne à carga...
​As principais editoras-BD de Portugal não devem ser tão lamurientas ​e precipitadamente calculistas ou assobiar para o lado. Devem ser ​mais sensíveis à Cultura, neste caso, à nossa tão apaixonante e tão ​válida Banda Desenhada.
​Viva a BANDA DESENHADA! Viva a 9.ª ARTE PORTUGUESA!

​LB

domingo, 2 de abril de 2017

BD E HISTÓRIA DE PORTUGAL (12) - O "SOLDADO MILHÕES"

Aníbal Augusto Milhais,
o "Soldado Milhões",

condecorado e ainda nas
trincheiras
Homem autenticamente honroso e honrador da coragem de ser português, Aníbal Augusto Milhais é um brilhante herói das glórias das nossa Pátria.
Nasceu a 9 de Julho de 1895, em Valongo (Murça), e faleceu nessa região, Valongo de Milhais, a 3 de Junho de 1970.
Profissionalmente era um humilde agricultor. Um invejável e respeitável agricultor, diga-se de passagem. Simples e naturalmente sem vaidades, ele foi de uma bravura incrível nas trincheiras infernais da Primeira Grande Guerra Mundial, destacando-se, para além do seu sempre corajoso espírito de valoroso soldado português, na famosa e violenta Batalha de La Lys, em 1918.
Sem medos, valente e astuto, destacou-se em acção temerária contra os seus adversários alemães, permitindo, sozinho e com a sua tão querida metralhadora, salvar os cobardolas (em fuga apavorada) soldados ingleses tendo ainda a ocasião, no meio de tal barafunda de guerra, de salvar da morte um médico escocês.
Foi nessa altura que ele, Aníbal Augusto Milhais, logo foi saudado pelo seu comandante Ferreira do Amaral que lhe disse: "Tu és Milhais, mas vales Milhões". E como MILHÕES se ficou e se celebrizou para todo o sempre!
Na sua região, Murça, existe um busto da autoria do escultor Laureano Eduardo Pinto Guedes.
O nosso Cinema, até agora, esqueceu-o imbecilmente!!!... Pela 7.ª Arte, há apenas um filme versando a nossa sacrificada participação na cruel Primeira Grande Guerra: o filme “João Ratão” (1940) pelo realizador Brum do Canto e com Óscar de Lemos, António Silva, Teresa Casal, Costinha, Manuel dos Santos Carvalho, etc. O argumento e o cenário são disso jogo de cena, mas do “Soldado Milhões”, nada feito!...
Por aqui, os nossos cineastas são amorfos e todas as nossas entidades culturais são ceguetas!... Dixit!
Em memória do exemplar e admirável “Soldado Milhões”, que nos valham os autores de outras tão dignas Artes, a saber:
Na Pintura, um valoroso quadro pelo nosso saudoso Carlos Alberto Santos (às vezes, M. Gustavo).
O Soldado Milhões, numa pintura de Carlos Alberto Santos
Na Literatura, o livro “Aníbal Milhais - Um Herói Chamado Milhões”, sob edição Pato Lógico - Imprensa Nacional/Casa da Moeda, com texto de José Jorge Letria e capa e ilustrações de Nuno Saraiva.
Capa de"Anibal Milhais - Um Herói Chamado Milhões",
por José Jorge Letria (texto) e Nuno Saraiva (desenho), Ed. Pato Lógico
E, aqui sim, pela Banda Desenhada:
Por José Garcês e A. do Carmo Reis, na “História de Portugal em BD”, a referência à Batalha de La Lys.
"História de Portugal em Banda Deenhada" (Vol. 4 - "A Revolução da Liberdade"),
por A. do Carmo Reis (texto) e José Garcês (desenho), Ed. Asa (1989)
A aplaudível versão humorística de mestre Artur Correia, “O Super-Soldado Milhões”, com texto de António Gomes de Almeida.
"O Super-Soldado Milhões", por António Gomes de Almeida (texto) e Artur Correia (desenho),
in "Super-Heróis da História de Portugal", Bertrand Editora (2004)

E, num plano mais apaixonantemente realista, as versões desenhadas por Carlos Baptista Mendes...
"O Soldado Milhões", por Carlos Baptista Mendes,
in "Portugueses na Grande Guerra (1914-1918)"Ed. Arcádia (2014)


...e Augusto Trigo / Guilhermino Pires.
"O Soldado Milhões", por Augusto Trigo (desenho). Adaptação de um texto
de Guilhermino Pires. 1.ª publicação no "Jornal do Exército" (#334 a #337 - 1988).
Reeditado no #1 dos Cadernos Moura BD (Ed. Câmara Municipal de Moura - 1999)

Pelo invejável “Soldado Milhões”, glória e aplausos aos nossos artistas da Pintura e da Banda Desenhada!
LB