segunda-feira, 18 de junho de 2012

NOVIDADES EDITORIAIS (1)


Apliquem bem os vossos euros, pois as novidades editoriais são bem tentadoras. Aliás, não pensamos gastar palavras com as que nos parecerem de menor valor ou, até mesmo, sem qualquer interesse. Ora então, por hoje, cá vai :




O PAÍS DOS CÁGADOS - Com texto de António Gomes Dalmeida e arte gráfica de mestre Artur Correia, é de um humor encantador e feroz ironia, relatando-nos a vida sócio-política do nosso Portugal nos tempos contemporâneos até à chegada da famigerada "troika". Uma obra irresistível com edição Bertrand.



MANEGAS, O INDIGNADO - Finalmente, o primeiro álbum do jovem Pedro Manaças. Teve apresentação e lançamento oficial no recente Salão Internacional de Banda Desenhada de Beja. Este novo herói da Banda Desenhada, o "Manegas", vai certamente tornar-se bem popular e ter longa carreira. 
Notável: é edição do autor que, para tal, bem sacrificou as suas economias.



BIRIBI - É o primeiro tomo da série francesa " La Grande Évasion", com edição Delcourt. Tem argumento de Sylvain Ricard e grafismo de Olivier Thomas. É um terrível registo da vida dos soldados condenados numa prisão militar, em Biribi, ponto infernal situado algures no deserto marroquino, no século XIX. Uma obra dura e revoltante, mas de conveniente leitura e apreciação.



VIVA  LAS VEGAS - É o quarto e penúltimo tomo da série " Poker", com edição Lombard. Tem guião de Jean-Christophe Derrien e grafismo de Simon Van Liemt.
Em Las Vegas, a "Meca do Jogo", Mark Middleton, esforça-se por se tornar num imbatível campeão de póquer. Dissimulado e atento, quer chegar à intimidade e confiança dos grandes senhores do jogo e assim descobrir os assassinos de seus pais e, logicamente, fazer justiça.




HÄN  SOLO / 1 - Com edição Polvo, este primeiro tomo da série "Hän Solo", teve também lançamento oficial no Salão Internacional de Banda Desenhada de Beja, a 26 de Maio. O autor é esse nosso jovem e premiado talento que se chama Rui Lacas. Nos cenários de Lisboa e de Madrid, Hän Solo, entre a solidão, os desencontros e a indignação, busca-se a si próprio. Uma narrativa que merece aplausos.



L'ÉTERNEL  SHOGUN - É o 23º tomo da série "Lefranc", iniciada pelo saudoso mestre Jacques Martin. Agora com argumento de Thierry Robberecht, tem arte gráfica de Régric (aliás, Frédéric Legrain). O jornalista-detective Guy Lefranc cai
nas convulsões políticas de um Japão desnorteado após se ter rendido aos
norte-americanos na 2ª Grande Guerra. Um álbum muito bem conseguido
com edição Casterman.

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