sábado, 14 de julho de 2018

NOVIDADES EDITORIAIS (150)

COMMENT RÉUSSIR UN ASSASSINAT - Edição Lombard. Autores: argumento de Zidrou e grafismo de Simon Van Liemt, depois de Duchâteau e Tibet.
É o tomo mais recente da série “Ric Hochet”.
Mas que grande trapalhada, com alguma paródia mal camuflada! Além disso, esta aventura é... chata!
O famoso romancista e argumentista Henri Vernes (“Bob Morane”), é aqui personagem e suspeito!... Há uma “guerra” implacável  entre editoras... Há um casal que já não se suporta, em que, um e outro, procura matar a outra parte num “crime perfeito”...
E, para além de outras confusões, uma pertinência: ante um suicida, é ele o assassino dele próprio?...


PERDITION - Edição Glénat. Autores: Denis-Pierre Filippi (argumento ), Vicenzo Cucca (traço) e Fabio Marinacci (cores).
“Perdition” é o segundo tomo da série de ficção-científica “Colonisation”.
Milla Aygon e a sua equipa, estão prisioneiros de uns sinistros sobreviventes terrestres num planeta ensopado de toda a casta de perigos. Sobreviventes estes, a quem nada repugna o canibalismo!...
Como escapar destas (e de outras) sufocantes perigosidades?


À L’HEURE OÙ LES HYÈNES VONT BOIRE - Edição Lombard. Autores: Emmanuel Herzet (argumento), Alain Queireix (traço) e Didier Ray (cores). Este é o 5.º  tomo da série “Alpha-Premières Armes”.
O destemido e astuto Dwight Tyler, que mais tarde será conhecido pelo nome de código “Alpha”, resiste a ser elemento da famosa CIA, pois gosta de actuar a solo. Em vão!... Mais ou menos “sequestrado” pela força secreta norte-americana, é forçado a colaborar para destruir a organização internacional “Hiena”, potentado do crime, sobretudo no que toca ao terrorismo. Desta, quatro polos estão a funcionar em força em Hong Kong, na Argentina, em Portugal e na Tanzânia, para além das actuações de russos, israelitas, italianos, etc. O desafio é de arrojo, onde os fins justificam os meios. É mesmo a fazer doer!
De notar, neste álbum, as pranchas 8 e 9, onde Lisboa é, de certo modo, vedeta.
A reparar...
LB

quarta-feira, 11 de julho de 2018

A ILHA DO CORVO QUE VENCEU OS PIRATAS (17)

Temos vindo a acompanhar como está a ser impresso o livro «A Ilha do Corvo que Venceu os Piratas», na «Nova Gráfica» de Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel, Açores.
As imagens que temos estado a mostrar desde o artigo anterior, são gentileza do Senhor Pedro Dias, chefe do Departamento de Pré-Impressão, que a nosso pedido fez a cobertura fotográfica de todo o ciclo a que a obra é submetida desde que entra na Gráfica.
Desta maneira os leitores do BDBD poderão observar esta fase final da história, que têm vindo a acompanhar do início, desde a ideia e dos primeiros esboços.
Temos então a obra já impressa...


...e a fase seguinte vai ser a dobra das folhas que se transformam assim em cadernos. Também esta operação é automática, numa máquina própria.

Agora os cadernos vão ser cosidos com linha, também numa máquina, o que dá um maior conforto ao leitor quando abrir o livro. Esta operação também pode ser feita por meio de cola na lombada, mas o livro dessa maneira não abre tão bem e, com o uso, por vezes, escarcha e as folhas podem desprender-se. 

É a altura de fazer as chapas para as capas. Podemos ver a chapa do magenta...

...e a do preto, prontas a entrarem na máquina.

As capas foram repetidas na folha da rotativa, para aproveitar o formato, e assim com a quarta parte da tiragem consegue-se a totalidade da impressão.
Vão ser cortadas e submetidas a uma plastificação que garante a sua impermeabilização, que as vai proteger de algum pingo de água ou mesmo de sujidade. 

Na imagem seguinte, a capa foi já colada ao «miolo», ou seja ao interior do livro, que segue em grupos para a guilhotina de modo a ser aparado e ficar com o aspeto que o leitor o encontra nas livrarias.
Observe-se que os maços mais perto da guilhotina ainda não foram cortados e mostram a margem de papel e cartolina excedentes. O grupo mais perto da nossa vista, foi já aparado.

Agora vão ser empacotados para serem enviados ao Editor que, por sua vez, os irá distribuir por todos os postos de venda do país.

No próximo artigo - a ser publicado depois do dia 13 de julho, quando na Ilha do Corvo faremos o lançamento deste livro - darei, então, conta de como decorreu o evento e encerraremos esta longa série de apontamentos.
Até lá, um forte abraço

José Ruy

sexta-feira, 6 de julho de 2018

A ILHA DO CORVO QUE VENCEU OS PIRATAS (16)

Caros leitores do BDBD, reatamos a evolução da execução da história «A Ilha do Corvo que Venceu os Piratas», em Banda Desenhada.
Neste momento, em fim de junho de 2018, a obra está impressa e vai ser lançada na Ilha do Corvo entre os dias 13, 14, 15 e 16 de julho.
Por deferência da «Nova Gráfica» instalada na Ilha de São Miguel, em Ponta Delgada, podemos mostrar todo o processo de impressão.

A gráfica ao receber os ficheiros digitalizados com as páginas e a capa do livro, faz a paginação em «deitados», para serem impressos nas máquinas Offset. Essa operação é realizada em computadores.
Pode ver-se um grupo de páginas arrumadas de modo a serem gravadas nas chapas de alumínio (antes era usado o zinco)...

...e a capa na versão em inglês. Repare-se que o desenho desta capa tem mais assunto para além do formato, em cima, em baixo e do lado direito, para que o papel depois de impresso se ajuste ao cartão e dobre para a parte de trás. Isto para a capa cartonada ou «capa dura», como é designado na «gíria gráfica». 

Agora o desenho já está gravado na chapa...

...que vai ser montada na rotativa a 4 cores que se vê na imagem seguinte.
As cores são impressas separadamente e por esta ordem, o amarelo, o azul, o magenta e o preto, por isso esta máquina Offset tem os 4 corpos ligados para que as cores sejam impressas em sequência.

Cada chapa é inserida no corpo respetivo, ajustada a um cilindro de aço, e vai transportar o desenho a um outro cilindro de borracha, que por sua vez imprime no papel. Offset quer dizer isso, «impressão indireta».

O operador controla na mesa digital, colocada junto ao extremo da máquina de Offset, o acerto de todas as cores e as forças da tinta, transmitindo a suas ordens para a rotativa, por via informática.
Todas estas operações que antes eram feitas manualmente, passaram atualmente a ser computorizadas.

Durante a impressão vão sendo retiradas provas, de espaço a espaço, na cadência da máquina, para ser comparada a fidelidade do que está a sair, em relação à primeira folha aprovada. A velocidade da impressão ronda as 7 e 8 mil provas por hora.

No outro ponto da rotativa entra o papel em banco...

...que depois de passar pelos 4 corpos...

...é depositado no tabuleiro do terminal da máquina já pronto. 

No próximo artigo: A dobra das folhas em cadernos, a cosedura com fio e a impressão das capas.

José Ruy 
30-VI-2018

segunda-feira, 2 de julho de 2018

NOVIDADES EDITORIAIS (149)

KOÏOS - Edição Glénat. Autores: argumento de Éric Stalner e Cédric Simon; grafismo de Éric Stalner.
Na linha da Ficção-Científica, “Koïos” é o primeiro tomo da série “Exilium”.
Imagine-se que se está em 2189... O Glory, jóia da frota espacial humana, apronta-se para efectuar a sua viagem interestelar para a estação balneária Paradis Lunella. Para o comandante Sonntag, tudo se resume a uma simples viagem de rotina, com vinte e sete dias a sonhar na sua cabine... Mas, ao acordar, nota que nada se passou como estava previsto: o Glory derivou durante 179 anos para finalmente se despenhar num outro destino! Estão todos prisioneiros no planeta Kayenn (inspirado na colónia penal de Caiena, na Guiana Francesa?)...
Um inferno verde, bem vivo e mortal, onde os sobreviventes tentam aguentar-se numa cidade de acaso, construída em redor dos destroços da nave...
Belos momentos pela arte de Éric Stalner.


AMAZONIE / 3 - Edição Dargaud. Autores: argumento de Rodolphe e Leo, traço de Bertrand Marchal e cores de Sébastien Bouët.
Uma série fantástica e cativante localizada nos confins inóspitos e misteriosos pelas margens do Amazonas.
A agente britânica Kathy Austin e o agente secreto brasileiro Délio descobrem, numa gruta, o cadáver/esqueleto de um conquistador espanhol...  Mas há mais perturbações no enredo: ameríndios impiedosos, uns sinistros nazis em busca de um hipotético tesoiro e agentes ingleses que tudo querem saber sobre um ser misterioso que, consta, vive e protege os índios (e tambem, Kathy Dálio)... É mesmo um extraterrestre?


999, A L’AUBE DE RIEN DU TOUT / 2 - Edição Glénat. Autores, segundo o romance de Claude Daubercies: argumento de Denis-Pierre Filippi e arte de Marco Blanchini.
Na véspera do ano 1000, três garotos órfãos deambulam pelo mundo, buscando um lugar de paz para viver... É o tempo da Idade Média obscura, recheada de loucura religiosa e da bestialidade sórdida, onde o destino de um homem não vale grande coisa. Mas, Séretta, Sylvain Titène não estão sós. Acompanha-os (e à sua maneira protege-os) o gato filósofo Turolde, na verdade, o encantador personagem desta fábula truculenta e poética, onde os três pequenos heróis mergulham numa busca iniciática, na descoberta do amor, da beleza do mundo e da loucura dos homens...
No final deste tomo, a saga parece ter chegado ao fim, com as imagens do sábio Turolde, pensativo e melancólico, a afastar-se só, pela neve imensa que cobre as terras... Mas algo faz crer que os garotos e o gato, lá mais para diante, voltarão a encontrar-se...
LB

segunda-feira, 25 de junho de 2018

BREVES (59)

100 ANOS DE FASCÍCULOS DE AVENTURAS EM PORTUGAL

Inaugurou a 4 deste mês, na Biblioteca Nacional (Amadora) a exposição "Três Vinténs: 100 Anos de Fascículos de Aventuras em Portugal", numa parceria entre a própria Biblioteca Nacional e o Clube Português de Banda Desenhada
A mostra - comissariada por Carlos Gonçalves, Joel Lima e Paulo Cambraia - pretende dar a conhecer um pouco da história dum género de literatura popular (cujos títulos mais emblemáticos foram o Capitão Morgan ou Texas Jack) que chegou a ter uma popularidade equivalente à que hoje detêm o cinema e a televisão.
As obras expostas são pertença da Biblioteca Nacional e das colecções particulares de Américo Coelho, Aurélio Lousada, Carlos Gonçalves e Joel Lima.
Mais informação pode ser consultada aqui.



O Batman de Marini
BATMAN, SEGUNDO ENRICO MARINI

Aplaudido e admirado por multidões de bedéfilos, o italiano Enrico Marini, criador de séries famosas como “Gipsy”, “Predadores”, “O Escorpião” (que vai continuar) e “As Águias de Roma” (também em continuação), abraçou, em 2017, o herói Batman (Homem-Morcego), que já vai no segundo e triunfal tomo.
Marini, que apesar de nascido e residente na Suíça mantém a nacionalidade de seus pais, a italiana, continua imparável e, com o seu talento, a dar muito boa conta de várias séries que tanto entusiasmam os leitores. Bravo, Enrico Marini!



William Vance (1935-2018)
VANCE POR VANCE

A revista mensal francesa “Casemate”, no seu exemplar deste Junho, publica uma “especial” entrevista-autoretrato do genial autor belga William Vance (1935-2018), sob coordenação de Jean-Marc Vidal, director desta citada revista.
Um belo registo a ler, onde Vance (falecido este ano, a 14 de Maio) citou (ou... cita): “Sou um pequeno autor que gosta de arranhar, de especular com as coisas”.
Ah, e como ele tão bem nos arranha com a sua inimitável Arte!...



Júlio Ribera (1927-2018)
FALECEU JÚLIO RIBERA

Júlio Ribera, nascido em Espanha, em 1927, refugiou-se e estabeleceu-se em França (escapando-se à ditadura do general Franco), onde faleceu, a 27 de Maio último, com 91 anos.
Tem vasta e admirada obra, como “Capitaine Tempête”, “Dracurella”, “Je Suis un Monstre”, “Montserrat”, “Tony Sextante”, “Viva Maria e, sobretudo, a conhecida série “O Vagabundo dos Limbos” (com argumento de Godard), que também foi editada em Portugal, pela Bertrand.
Colaborou igualmente para “Histoire de France en Bandes Dessinées”.



ANIVERSÁRIOS EM JULHO

Dia 03 - Arlindo Fagundes
Dia 06 - Mário Correia
Dia 07 - Ionut Popescu (romeno)
Dia 10 - Juan Espallardo (espanhol)
Dia 11 - João Mascarenhas
Dia 12 - Ricardo Cabrita
Dia 15 - Yorgos Botsos (grego)
Dia 16 - Hugues Barthe (francês) e Miguelanxo Prado (espanhol)
Dia 17 - Hermann (belga)
Dia 19 - Rui Mendes e Jordi Planellas (andorrano)
Dia 23 - José Garcês
Dia 25 - Attila Fazekas (húngaro)
Dia 27 - André Carrilho
Dia 31 - António Lança Guerreiro

terça-feira, 19 de junho de 2018

DE ACTORES A HERÓIS DE PAPEL (20) - JAMES DEAN

James Dean (1931-1955)
Ora vamos lá tentar acertar com este rapazito, que se tornou num ícone eterno através do Cinema/Televisão dos Estados Unidos da América do Norte: James Dean.
Já aqui dedicámos o merecido e devido espaço à grande versão feminina que foi, e é, a encantadora Marilyn Monroe. Na versão masculina, temos agora com a mesma justiça e transparência, o actor que morreu jovem. Mesmo assim, ficou!
James Dean, mesmo involuntariamente, capitaneou uma nova geração de actores “made in Hollywood”, onde vigorava um bom lote de veteranos, como: Humphrey Bogart, Cary Grant, Stewart Granger, Gregory Peck, Robert Taylor, James Mason, Yul Brinner, Gary Cooper, etc. E veio Dean a comandar uma  nova horda!... Seguindo este caminho, logo de imediato mas sem o mesmo impacto, surgiram: o francês Alain Delon, o alemão Horst Buccholz (1933-2003), o russo Oleg Vidov (1943-2017) e, entre outros, a própria América do Norte tentou lançar e afirmar o efémero actor grego Stathis Giallelis, que apenas participou em 12 filmes, com marcante actuação em “América, América” e “Blue”. E uma outra geração mais nova veio a seguir, mas... adiante!
JAMES DEAN, de seu nome completo James Byron Dean, nasceu no estado de Indiana (EUA) a 8 de Fevereiro de 1931 e faleceu num aparatoso desastre de automóvel, a 30 de Setembro de 1955, algures no estado da Califórnia.
Três aspectos o definiram para sempre: era de uma espectacular rebeldia, de um talento firme e marcante e de uma descontrolada e incansável avidez sexual. De tudo sobre a sua vivência, há a história real e há a barafunda das lendas que se foram forjando e que se baralham. Todavia, os aspectos lendários não são de todo errados...
Cedo ele aprendeu a tocar violino e fazer sapateado. 
Jimmy, como era chamado, foi sobretudo criado pelos tios (após a morte de sua mãe), que o apaparicavam com toda a estima. Saltitou dos ambientes familiares e arriscou-se para Nova Iorque, onde cursou no exigente e famoso Actor’s Studio.
Nestas aventuras pelo seu sonho - ser actor - fez de tudo um pouco para sobreviver. E em 1951, estreou-se no Cinema, em dois filmes: apagadamente em “Sailor Beware” e a seguir,em “Baionetas Caladas” (Fixed Bayonets).
Em 1952, participou em “Has Anybody Seen My Gal?” e em 1953, em “Tromble Along the Way”. E por fim e enfim, os “seus” grandes e notáveis filmes: “A Leste do Paraíso” (East of Eden/1955), “Rebelde Sem Motivo” (Rebel Without a Cause/1955) e “Gigante” (Giant/1956)...
Faleceu antes de poder ver estes dois últimos filmes.
Da sua vida sexual que o dominou em absoluto por toda a sua vivência, teve diversos amores, femininos e masculinos, que ele quis ou ousou viver. Fazia-se apetecível e não se negava a encostar-se a celebridades; é o que se poderá dizer, que juntava o útil ao agradável. Nesta permanente corrida sem freios constam, com verdade e alguma lenda, nomes como:
Mulheres: Pier Angeli (a sua grande e frustrada paixão), Liz Sheridan, Marilyn Monroe (que, parece, não foi na conversa das suas investidas), Elizabeth Taylor (que terá sido, talvez, uma amiga-irmã) e Ursula Andrews (que também não cedeu aos seus caprichos);
Homens: Marlon Brando (isto é que foi um caso!...), Sal Mineo, Walt Disney (imaginem só!...), Tab Hunter, Rock Hudson, o biógrafo William Bast e, com dúvidas, as prováveis “aventuras” com Paul Newman e Steve McQueen...
Respiremos e passemos à Banda Desenhada:
Alguns autores serviram-se da fisionomia de Dean para aplicação em personagens de respectivas bandas desenhadas, como por exemplo o italiano Milo Manara em "Click 2"...

...ou nas aventuras de Chris Lean, personagem cujas semelhanças com Dean são bastante evidentes.
"Chris Lean", com texto de Raffaele D'Argenzio (ou "Ledar")
e desenhos de Milo Manara

O português José Pires também usou James Dean como modelo na sua banda desenhada de estreia, "O último prato de Tenton Grant", um "western" publicado no "Cavaleiro Andante".
Pranchas de "O Último Prato de Tenton Gant", por José Pires, in "Cavaleiro Andante" #518

Sob edição Casterman, há o álbum biográfico “Jimmy”, com a arte gráfica de Gamberini...
Capa e prancha de "Jimmy", por Maryse e Jean-François Charles (argumento) e
Gabriele Gamberini (desenho), colecção "Rebelles", Ed. Casterman (2007) 

Várias publicações róseas aplicaram a sua sensual fisionomia para uma data de meninas suspirarem, via BD's do momento.
Servindo de modelo na capa do #47 de "Girl's Romances", Ed. DC Comics (1957)
Em 1956, nos Estados Unidos, publicou-se "Elvis and Jimmy", revista onde as vidas de Elvis Presley e de James Dean foram reveladas em banda desenhada.
Capa de "Elvis and Jimmy"; pranchas de "The Tragedy & Triumph of Jimmy Dean", 
Ed. "The Girl Friend - The Boy Friend Corporation", New York (1956)   

Jean Graton, um dos melhores desenhadores de automóveis entre os autores de BD, dedicou a James Dean duas histórias. A primeira - "James Dean na Casa de Partida" - relata a corrida que ganhou em 26 de Março de 1955, com o carro #23...
"James Dean na Casa de Partida", por Jean Graton

A segunda - "Acidente na Califórnia: os últimos momentos de James Dean" - relata, como o título deixa antever, os acontecimentos que levaram à sua trágica morte, a 30 de Setembro de 1955.
"Acidente na Califórnia: os últimos momentos de James Dean", por Jean Graton


Jim Beard e Eric Johns produziram "Tributo"...
"Tribute", por Jim Beard e Eric Johns, Ed. Bluewater Comics

R. de Castro publicou "James Dean: a angústia de ser jovem", em 1958.
"James Dean: la angustia de ser joven", por R. de Castro,
Editorial Mateu - Barcelona, (1958)

O jornal "Top Spot" publicou uma mini-biografia de Dean - num misto de banda desenhada e fotografia - em cinco páginas...
"The life and death of James Dean in amazing pictures", cujo autor desconhecemos,
in jornal "Top Spot" (EUA, 19.09.1959)

Carlos Alberto Santos utilizou a fisionomia de James Dean como modelo para uma capa do Mundo de Aventuras.
Capa do "Mundo de Aventuras" #674, por Carlos Alberto Santos
Na Escultura, existe pelo menos, um busto de James Dean em Hollywood.

Na Filatelia, há selos editados, por exemplo, nos Estados Unidos, na República do Benim, em Cuba e na Serra Leoa.

Vês, Jimmy, que ainda há quem te respeite e admire? Por onde quer que andes, que estejas em paz, pois cá pela Terra, os teus filmes registam-te para sempre.
LB
James Dean, durante uma pausa nas filmagens, lendo uma revista de banda desenhada...