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terça-feira, 23 de abril de 2019

BREVES (69)

6.ª MOSTRA DO CLUBE TEX PORTUGAL INAUGURA SÁBADO
No próximo fim de semana (26 e 27 de Abril) decorre no Museu do Vinho Bairrada, em Anadia, a 6.ª Mostra do Clube Tex Portugal. 
O destaque vai para a presença dos desenhadores italianos Bruno Brindisi e Roberto De Angelis. Mas o programa engloba, como habitualmente, outros motivos de interesse. A começar pelas exposições dedicadas aos autores convidados - dois excelentes desenhadores que enfileiram, sem favor, a galeria dos grandes desenhadores de Tex.
Uma terceira exposição - esta produzida pela organização - intitula-se "71 anos, 71 rostos", e mostrará, como o título faz perceber, 71 rostos de Tex, cada um deles desenhado por um autor diferente do staff da Bonelli. Sem dúvida uma perspectiva diferente de apreciar as aventuras do Ranger.
Sessões de autógrafos, workshops, conferências, um jantar-tertúlia e um almoço-convívio completam um programa recheado de bons motivos para uma visita e que vão tornando esta Mostra do Clube Tex Portugal num evento obrigatório para os bedéfilos nacionais (e não só)...
Estão de parabéns os nossos amigos do Clube Tex Portugal, sem dúvida.
Mais informações podem ser solicitadas aqui.


JOSÉ PIRES EM MOURA: A FOTO-REPORTAGEM 
Inaugurou no passado dia 30 de Março, na cidade de Moura, a exposição de banda desenhada "A Portuguesa: história de um hino", de José Pires.
Integrada na XXXIX edição da Feira do Livro, a exposição - composta por doze painéis de grande formato - esteve patente até 7 de Abril, último dia do certame.
Antes da abertura de portas, fotografámos o átrio do Cine-Teatro Caridade. 




Durante a inauguração, o Presidente da Câmara Municipal de Moura, Álvaro Azedo, teve oportunidade de tecer rasgados elogios ao trabalho do autor, José Pires, deixando, também, uma palavra de grande apreço para o Gicav - representado por Carlos Almeida - que colaborou na produção desta exposição com a autarquia mourense, mantendo viva uma parceria já antiga entre estas duas entidades.
Carlos Rico explicou, depois, ao público presente a forma como foi produzida esta mostra que, depois de Moura, segue para Viseu onde será exposta na Feira de São Mateus, em Agosto próximo.
José Pires - que tinha sido homenageado naquele mesmo Cine-Teatro Caridade, durante o salão Moura BD 1998 - esclareceu, depois, o público presente de que forma surgiu este trabalho e quais as dificuldades que se lhe depararam para o levar a bom porto.
Finalmente, Carlos Almeida, representante do Gicav, reforçou a convicção de que a parceria Moura-Viseu é para continuar e deixou o convite para uma visita à cidade de Viriato onde, em Agosto próximo, como já dissemos, esta exposição estará patente e - em simultâneo - será lançado o álbum BD.
Da esquerda para a direita: Álvaro Azedo (Presidente da Câmara de Moura), José Pires e três Carlos:
Carlos Rico (da CMM); Carlos Almeida (do Gicav) e Carlos Gonçalves (em representação do
Clube Português de Banda Desenhada)
A sessão terminou com uma visita mais atenta a cada painel  que José Pires apreciou demoradamente.
A um canto, numa vitrine, um exemplar do álbum que o Gicav irá lançar em Viseu aguçava o apetite aos mais curiosos. Em Agosto poderão, finalmente, saciar essa curiosidade, quando se der o lançamento oficial.
À esquerda, a vitrine com o álbum. À direita, os dois últimos paineis da exposição, onde se reproduzia
a entrevista que fizemos a José Pires, no BDBD e que pode ser consultada aqui aqui.
No fim de semana do encerramento, foi a vez de recebermos a visita do nosso amigo Luís Filipe Mendes, do Gicav, que, como é habitual, aproveitou a deslocação para levar para Viseu a dúzia de painéis que compõem esta mostra.
Aqui deixamos, também, o convite aos nossos leitores para uma visita à bela cidade de Viseu em Agosto próximo. 



ANIVERSÁRIOS EM MAIO


Dia 04 - Tito (espanhol) e Cristina Amaral
Dia 09 - José Ruy e Rui Lacas
Dia 15 - Dani Almeida
Dia 22 - Veronik Frossard (suíça)
Dia 26 - Luís Diferr
Dia 28 - Joann Sfar (francês)
​Dia 31 - Miguel Rebelo



CR/LB

sexta-feira, 12 de abril de 2019

NOVIDADES EDITORIAIS (168)

NABUCHODINOSAURE / 2 - Edição Bamboo. Autores: arte de Roger Widenlocher, também co-argumentista com Goulesque, que é também co-colorista com Federico.
Trata-se do segundo tomo da série "Les Nouvelles Aventures Apeuprèhistoriques de Nabuchodinosaure".
Como não podia deixar de ser, é um imenso delírio de situações absurdas e magistralmente divertidas.
O talento de bem nos fazer rir com os desaires de Nab, é notório, sobretudo da parte do sempre pândego e brincalhão Widenlocher.
Uma obra indispensável e salutar para aliviar de imediato qualquer m​á disposição.



A MORTE DO LIDADOR - ​Edição Serafim e Malacueco, Inc. Autor: José Pires, segundo ​Alexandre Herculano, agora na colecção "Fandaventuras".
​Uma bela e impecável criação do nosso veterano constantemente ​activo, José Pires, sempre de parabéns.
​Este tema tem sido abordado pelos nossos mais variados artistas, ​em diversos aspectos, mas pela Banda Desenhada propriamente ​dita, registam-se cinco: Eduardo Teixeira Coelho, José Garcês, José ​Pires, Baptista Mendes e, na vertente humorística, Artur Correia.
​Cremos que dos textos de Alexandre Herculano, é o que até hoje ​tem sido mais "usado" na 9.ª Arte. Outros mais já passaram aos ​"quadrinhos", como "Eurico, o Presbítero", "O Monge de Cister" ​(no Brasil), "O Bobo", "A Dama Pé-de-Cabra" e "O Castelo de ​Faria". Curiosamente, uma das mais fortes narrativas de Herculano, "​O Bispo Negro", nunca foi adaptada!...
O exemplo valoroso do nosso Gonçalo Mendes da Maia, está bem marcado e homenageado na Banda Desenhada Portuguesa. Que pena não haver a mesma (ao menos uma!) abordagem pelo nosso Cinema!...



L'ARMÉE INVISIBLE - Edição Dargaud. Autores: argumento de Raule e arte gráfica de Juan Luis Landa.
Sob a sombra do famoso e enigmático médico e profeta Nostradamus, agora moribundo, os seus discípulos tentam resolver, custe o que custar, sinistras situações onde imperam a magia e a feitiçaria…
Neste quarto tomo da série "Arthus Trivium", ​Arthus, César, Angélique ​e Angulus, correm perigo de vida nos confrontos com a bizarra e ​vingativa raiva da implacável feiticeira Mélusine…
​Um argumento sufocante e um grafismo deslumbrante.



QI / 153 - O número 153 do fanzine "QI" chegou-nos às mãos já depois do número 154, não por culpa do seu competentíssimo editor e nosso amigo Edgard Guimarães, certamente, mas por lapso ou atraso involuntário dos serviços de correio, porventura. Seja como for, nenhum mal vem daí ao Mundo, até porque a leitura do "QI" é sempre motivo de satisfação, independentemente do exemplar que leiamos.
A juntar às rubricas habituais ("Fórum", "Edições Independentes", "Mantendo o Contacto" e "Cartuns e Outros"...) muita e interessante colaboração avulsa mantêm o "QI" num nível bem alto.
Como encarte, o número 10 da colecção de "Artigos sobre Histórias em Quadrinhos" traz mais um belo estudo de Carlos Gonçalves: "Os Pseudo Cow-Boys dos Quadrinhos".

LB/CR

quarta-feira, 27 de março de 2019

BREVES (68)


INAUGURA ESTE SÁBADO EM MOURA EXPOSIÇÃO DE JOSÉ PIRES
É já este sábado, dia 30, que inaugura a exposição de banda desenhada "A Portuguesa: História de um Hino", com texto e desenhos de José Pires.
Integrada na XXXIX edição da Feira do Livro de Moura, a mostra é uma producção conjunta entre o Gicav - Grupo de Intervenção e Criatividade Artística de Viseu e a Câmara Municipal de Moura tendo o apoio da Câmara Municipal de Viseu, da Viseu Marca e do IPDJ.
Até 7 de Abril, os visitantes podem apreciar todas as pranchas que completam este trabalho inédito de José Pires. Em Agosto será a vez da cidade de Viriato receber a mostra, durante a Feira de São Mateus.




FANZINETECA GERALDES LINO INAUGUROU NA AMADORA
Foto: A. Martinó
Inaugurou no último sábado, dia 23 de Março, a Fanzineteca Geraldes Lino, na Bedeteca da Amadora.
O espaço reúne a extraordinária colecção de fanzines de banda desenhada de Geraldes Lino (tida como a maior colecção do género no nosso país, quem sabe da Europa ou até do Mundo?).
Dificuldades logísticas atrasaram, infelizmente, o processo de montagem não permitindo que Geraldes Lino pudesse ver este projecto já concretizado, como teria sido justo. Contudo, esteja o Lino onde estiver, será certamente um homem feliz, neste momento, pela dignidade com que esta colecção está preservada e nos é apresentada.
Estão de parabéns a Câmara Municipal da Amadora, por ter concretizado esta iniciativa, e o Clube Português de Banda Desenhada pelo apoio prestado.


EXPOSIÇÃO SOBRE O BOLETIM DO CLUBE PORTUGUÊS DE BANDA DESENHADA 
Também na Bedeteca da Amadora, e também no passado dia 23, foi inaugurada outra exposição, esta dedicada ao "Boletim", publicação oficial do Clube Português de Banda Desenhada e o mais antigo fanzine português ainda em publicação.
Uma forma bonita de o CPBD se associar à homenagem a Geraldes Lino.
A exposição pode ser visitada até 20 de Abril, no seguinte horário:
Terça a sexta-feira: das 10:00 às 18:00
Sábado: das 10:00 às 12:30 e das 13:30 às 18:00.



O filme “Porque é este o meu ofício” foi nomeado para os Prémios Sophia de Melhor Curta-metragem em Animação da Academia Portuguesa de Cinema.
É certo que não ganhou (o vencedor foi "Entre sombras", de Mónica Matos e Alice Guimarães) mas o ter sido nomeado, só por si, é uma grande vitória (mais uma!) para o nosso amigo Paulo Monteiro, responsável pela banda desenhada que deu origem ao filme que, diga-se, tem feito um belo percurso, com prémios e menções, por onde vai passando“Prémio Nacional da Animação 2018 - Casa da Animação”; “Menção Especial do Júri - Festival de Animação Ajayu 2018, Perú”; 1.st Place in Cinematographer of the Month December 2018 - 12 Months Film Festival”; e “Lágrima Honrosa 2019 - Festival Triste Para Sempre”. 
"Porque é este o meu ofício" é uma das histórias curtas inseridas no álbum "O amor infinito que te tenho", adaptada agora ao cinema de animação por uma fantástica equipa (Animanostra) liderada por Humberto Santana, que está, sem dúvida, de parabéns!
Um abraço, Paulo! Ficamos à espera de mais!...



ANIVERSÁRIOS EM ABRIL

Dia 01 - Philippe Fenec (francês)
Dia 03 - Daniel Ceppi (suíço)
Dia 05 - Carlos Pessoa
Dia 08 - António Gomes de Almeida e Sérgio Macedo (brasileiro)
Dia 09 - Sebastian Caceres (argentino)
Dia 10 - Vete
Dia 14 - Nelson Martins
Dia 15 - Miguel Angel Alejo (espanhol)
Dia 18 - Victor Mesquita
Dia 30 - Jakob Klemencic (esloveno)
CR/LB

terça-feira, 19 de junho de 2018

DE ACTORES A HERÓIS DE PAPEL (20) - JAMES DEAN

James Dean (1931-1955)
Ora vamos lá tentar acertar com este rapazito, que se tornou num ícone eterno através do Cinema/Televisão dos Estados Unidos da América do Norte: James Dean.
Já aqui dedicámos o merecido e devido espaço à grande versão feminina que foi, e é, a encantadora Marilyn Monroe. Na versão masculina, temos agora com a mesma justiça e transparência, o actor que morreu jovem. Mesmo assim, ficou!
James Dean, mesmo involuntariamente, capitaneou uma nova geração de actores “made in Hollywood”, onde vigorava um bom lote de veteranos, como: Humphrey Bogart, Cary Grant, Stewart Granger, Gregory Peck, Robert Taylor, James Mason, Yul Brinner, Gary Cooper, etc. E veio Dean a comandar uma  nova horda!... Seguindo este caminho, logo de imediato mas sem o mesmo impacto, surgiram: o francês Alain Delon, o alemão Horst Buccholz (1933-2003), o russo Oleg Vidov (1943-2017) e, entre outros, a própria América do Norte tentou lançar e afirmar o efémero actor grego Stathis Giallelis, que apenas participou em 12 filmes, com marcante actuação em “América, América” e “Blue”. E uma outra geração mais nova veio a seguir, mas... adiante!
JAMES DEAN, de seu nome completo James Byron Dean, nasceu no estado de Indiana (EUA) a 8 de Fevereiro de 1931 e faleceu num aparatoso desastre de automóvel, a 30 de Setembro de 1955, algures no estado da Califórnia.
Três aspectos o definiram para sempre: era de uma espectacular rebeldia, de um talento firme e marcante e de uma descontrolada e incansável avidez sexual. De tudo sobre a sua vivência, há a história real e há a barafunda das lendas que se foram forjando e que se baralham. Todavia, os aspectos lendários não são de todo errados...
Cedo ele aprendeu a tocar violino e fazer sapateado. 
Jimmy, como era chamado, foi sobretudo criado pelos tios (após a morte de sua mãe), que o apaparicavam com toda a estima. Saltitou dos ambientes familiares e arriscou-se para Nova Iorque, onde cursou no exigente e famoso Actor’s Studio.
Nestas aventuras pelo seu sonho - ser actor - fez de tudo um pouco para sobreviver. E em 1951, estreou-se no Cinema, em dois filmes: apagadamente em “Sailor Beware” e a seguir,em “Baionetas Caladas” (Fixed Bayonets).
Em 1952, participou em “Has Anybody Seen My Gal?” e em 1953, em “Tromble Along the Way”. E por fim e enfim, os “seus” grandes e notáveis filmes: “A Leste do Paraíso” (East of Eden/1955), “Rebelde Sem Motivo” (Rebel Without a Cause/1955) e “Gigante” (Giant/1956)...
Faleceu antes de poder ver estes dois últimos filmes.
Da sua vida sexual que o dominou em absoluto por toda a sua vivência, teve diversos amores, femininos e masculinos, que ele quis ou ousou viver. Fazia-se apetecível e não se negava a encostar-se a celebridades; é o que se poderá dizer, que juntava o útil ao agradável. Nesta permanente corrida sem freios constam, com verdade e alguma lenda, nomes como:
Mulheres: Pier Angeli (a sua grande e frustrada paixão), Liz Sheridan, Marilyn Monroe (que, parece, não foi na conversa das suas investidas), Elizabeth Taylor (que terá sido, talvez, uma amiga-irmã) e Ursula Andrews (que também não cedeu aos seus caprichos);
Homens: Marlon Brando (isto é que foi um caso!...), Sal Mineo, Walt Disney (imaginem só!...), Tab Hunter, Rock Hudson, o biógrafo William Bast e, com dúvidas, as prováveis “aventuras” com Paul Newman e Steve McQueen...
Respiremos e passemos à Banda Desenhada:
Alguns autores serviram-se da fisionomia de Dean para aplicação em personagens de respectivas bandas desenhadas, como por exemplo o italiano Milo Manara em "Click 2"...

...ou nas aventuras de Chris Lean, personagem cujas semelhanças com Dean são bastante evidentes.
"Chris Lean", com texto de Raffaele D'Argenzio (ou "Ledar")
e desenhos de Milo Manara

O português José Pires também usou James Dean como modelo na sua banda desenhada de estreia, "O último prato de Tenton Grant", um "western" publicado no "Cavaleiro Andante".
Pranchas de "O Último Prato de Tenton Gant", por José Pires, in "Cavaleiro Andante" #518

Sob edição Casterman, há o álbum biográfico “Jimmy”, com a arte gráfica de Gamberini...
Capa e prancha de "Jimmy", por Maryse e Jean-François Charles (argumento) e
Gabriele Gamberini (desenho), colecção "Rebelles", Ed. Casterman (2007) 

Várias publicações róseas aplicaram a sua sensual fisionomia para uma data de meninas suspirarem, via BD's do momento.
Servindo de modelo na capa do #47 de "Girl's Romances", Ed. DC Comics (1957)
Em 1956, nos Estados Unidos, publicou-se "Elvis and Jimmy", revista onde as vidas de Elvis Presley e de James Dean foram reveladas em banda desenhada.
Capa de "Elvis and Jimmy"; pranchas de "The Tragedy & Triumph of Jimmy Dean", 
Ed. "The Girl Friend - The Boy Friend Corporation", New York (1956)   

Jean Graton, um dos melhores desenhadores de automóveis entre os autores de BD, dedicou a James Dean duas histórias. A primeira - "James Dean na Casa de Partida" - relata a corrida que ganhou em 26 de Março de 1955, com o carro #23...
"James Dean na Casa de Partida", por Jean Graton

A segunda - "Acidente na Califórnia: os últimos momentos de James Dean" - relata, como o título deixa antever, os acontecimentos que levaram à sua trágica morte, a 30 de Setembro de 1955.
"Acidente na Califórnia: os últimos momentos de James Dean", por Jean Graton


Jim Beard e Eric Johns produziram "Tributo"...
"Tribute", por Jim Beard e Eric Johns, Ed. Bluewater Comics

R. de Castro publicou "James Dean: a angústia de ser jovem", em 1958.
"James Dean: la angustia de ser joven", por R. de Castro,
Editorial Mateu - Barcelona, (1958)

O jornal "Top Spot" publicou uma mini-biografia de Dean - num misto de banda desenhada e fotografia - em cinco páginas...
"The life and death of James Dean in amazing pictures", cujo autor desconhecemos,
in jornal "Top Spot" (EUA, 19.09.1959)

Carlos Alberto Santos utilizou a fisionomia de James Dean como modelo para uma capa do Mundo de Aventuras.
Capa do "Mundo de Aventuras" #674, por Carlos Alberto Santos
Na Escultura, existe pelo menos, um busto de James Dean em Hollywood.

Na Filatelia, há selos editados, por exemplo, nos Estados Unidos, na República do Benim, em Cuba e na Serra Leoa.

Vês, Jimmy, que ainda há quem te respeite e admire? Por onde quer que andes, que estejas em paz, pois cá pela Terra, os teus filmes registam-te para sempre.
LB
James Dean, durante uma pausa nas filmagens, lendo uma revista de banda desenhada...